Arquivo da Categoria ‘Negócios’

Sample Lab no Brasil

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Depois de três anos do seu lançamento,  em Tóquio,  a Sample Lab,  chega ao Brasil.

pic4

A Sample Lab consiste em uma loja onde o consumidor pode “comprar” produtos que ainda não foram lançados no mercado. A diferença:  o valor do produto não é pago em dinheiro, e sim com um questionário, que deve ser preenchido com as percepções que o consumidor teve do produto.

Para ter acesso a loja, basta se cadastrar no site e pagar a quantia de  quinze reais anual. Depois irá receber uma carteirinha que dará acesso livre para consumir os produtos, das áreas de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, vestuário e até de eletroeletrônicos. As visitas, são agendadas,  e cada pessoa tem direito a adquirir cinco produtos por visita.

A loja, Sample Central (nome da franquia brasileira), é uma sociedade sociedade entre a Bullet, o IBOPE, o publicitário Celso Loducca, João Pedro Borges e dois fundos de investimentos. Ela  inaugura em junho e ficará na Rua Augusta, 2078 / 2080, Jardins, São Paulo.

Administrando Moda

quinta-feira, 15 de abril de 2010

herchcovitch2921

Na revista Época Negócios deste mês, há uma matéria muito legal sobre o estilista Alexandre Herchcovitch e a mudança que aconteceu com a sua marca nos últimos anos.

Com o desafio de fazer a marca crescer, Herchcovitch vendeu 70% da empresa para o grupo InBrands, que tomou as rédeas administrativas e cumpriu seu dever: o estilista nunca esteve tão em alta como agora.

Além de Herchcovitch, a InBrands também administra as marcas 2nd Floor, Ellus e Isabela Capeto e os dois maiores eventos de moda do país: São Paulo Fashion Week e Fashion Rio.

Assim como a InBrands, várias outras cooperativas auxiliam estilistas em todo o mundo.

Ser famoso ou renomado no mundo da moda não é sinônimo de bussinessman.

A matéria assegura que esses conglomerados são tendência.  Mas fica a dúvida: será que isto é positivo para o mercado da moda? Será que isto não vai gerar uma concentração de mercado excessiva e inibir o empreendedorismo, a criatividade e os novos talentos?

Ou será que veremos algo parecido ao que ocorre na propaganda, com a concentração em grandes grupos e pequenas (mas muito pequenas) hotshops brigando por algum espaço?

Acho que o grande desafio para os conglomerados de moda é justamente esse. Como ser eficaz operacionalmente, rentável, atrativa para investidores e ao mesmo tempo fomentar ou incubar as pequenas iniciativas?

Ou será que não? O que você acha? O que você acha que os consumidores acham disso tudo?

Agora sim, pizza!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O que fazer para reverter a imagem negativa de uma marca? Diferentes formas são utilizadas por marcas que são alvos de criticas vindas de consumidores indignados.

dominos-pizza

Nos últimos dias,  a marca que resolveu encarar as críticas, e virar o jogo,  é a Domino´s Pizza. A rede de Pizzas, mostrando estar do lado de seus clientes, criou uma campanha onde assume ter uma pizza horrível.

Na primeira fase da campanha, dois mini documentários mostraram a péssima impressão que os clientes tinham, eram criticas como: “A borda tem gosto de papelão.” “O molho parece de ketchup.“. Depois de anunciarem a melhora de seu produto, a marca, chegou a faturar mais de 1 bilhão de dólares na noite do SuperBowl, e as impressões positivas dos internautas sobre a pizzaria passaram de 2,3 para 35,3 pontos em pouco menos de um mês (o índice é obtido da subtração das referências negativas do total de informações positivas, e a pontuação máxima é 100).

dominospizzaholdout-1Agora, a segunda parte da campanha, tenta levar a pizzaria três consumidores que odiavam a pizza e que ainda não tiveram coragem de experimentar a nova. Para isso , a marca está utilizando todas as mídias para tentar persuadir essas pessoas(que não se sabe se, de fato existem, ou são atores contratados.).

O resultado de toda essa estratégia terá seus dados oficiais ainda este mês. Mas pelo visto o que tinha tudo pra dar errado, tornou-se um novo fôlego para a empresa.

O futuro das empresas em três pontos chaves

domingo, 6 de dezembro de 2009

businessfuture

Rosabeth Moss Kanter, uma dos 50 intelectuais de negócios mais importantes do mundo, em uma entrevista para a Harvard Business School, afirmou que o futuro das grandes empresas está em três pontos:

1. Explorar e investir em mercados não explorados, nas pessoas e comunidades que ainda não receberam atenção. Como exemplo, falou da estratégia da Proctor & Gamble no Brasil que, quando chegou por aqui, tinha uma estratégia premium com produtos premium, mas viu que o mercado da classe mais baixa tinha muito potencial. Por isso, decidiu mudar o seu negócio e focar nesses consumidores. Os resultados demoraram a aparecer, mas valeram a espera.

2. As empresas precisam deixar de ser monarquias. É preciso que se flexibilize o sistema de trabalho e dê autonomia a todos dentro da empresa. A IBM já segue essa ideia e tem cerca de 40% dos seus funcionários trabalhando fora de escritórios da própria companhia.

3. Por último, as empresas precisam querer mudar o mundo. Pode parecer utópico, mas muitas empresas já estão fazendo isso. Elas estão investindo no bem social, porque é importante que certas comunidades, ou certos segmentos da sociedade (como meio ambiente ou educação, por exemplo) estejam contemplados em suas necessidades, para o próprio bem dos negócios da empresa.

Trabalhando em cima desses três pontos, a sua empresa pode ser considerada uma empresa de vanguarda.