Arquivo da Categoria ‘Tendência’

E agora, online ou offline?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sim, já sabemos que estamos vivendo o momento mais digital de todos, é a evolução, claro.  Sabemos dos beneficios que a internet pode nos proporcionar, tais como: economia de tempo, acesso mais fácil à informações. É estar ligado a tudo que acontece, ser online, ser mobile.

As empresas estão ligadas nisso. Agora, como chamar a atenção em meio a tantas ações virtuais? A solução encontrada por algumas delas, é trazer o online para o offline. tornar as coisas mais analógicas.

Abaixo estão dois exemplos que aconteceram recentemente e nos mostram isso. Ambos usaram o Facebook como meio de chamar a atenção, nada surpreendente já que é a rede social mais “populosa” do mundo, com 500 milhões de usuários.

A Diesel, criou o Facepark que está acontecendo em vários parques do mundo. A proposta: fazer as pessoas passarem horas em um parque, interagindo com “pessoas reais”, ao invés de passar esse tempo na frente do computador, mexendo no facebook.

facepark-1

A T-Mobile está levando o Facebook  às ruas, para promover seus serviços mobile. A marca colocou no centro de Budapeste um painel de quatro metros de altura. Nele todos os recados postados no perfil do facebook, facebook on the streets, são representados ao vivo na praça. Mas tudo representado de forma analógica, com cartazes escritos à mão. A ação dura até dia 08 de agosto.

38865_142697509087934_140469509310734_302240_4970091_n

Fica a pergunta: Você acha que o online sobrevive sem offline, e vice versa?

Consumo Colaborativo

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Na minha percepção uma das coisas mais interessantes que todo esse ambiente de cooperação que a internet proporciona aos espertos e bem intencionados é o tal do Consumo Colaborativo.

Alimentado pela crise econômica e por toda a visibilidade dos movimentos ambientais o Consumo Colaborativo promete ser uma segunda via através do aluguel (ou disponibilização) de espaços ociosos, divisão de bens e acessos…

É uma completa quebra do raciocínio do mercado que estamos acostumados.

Algumas empresas já nasceram com esse pensamento e dia a dia novas surgem para revolucionar. Os exemplos que seguem ilustram bem, vale dar uma procurada no Google por algumas delas.

Bom, eu acho que devemos estar preparados para um consumo bem diferente.

Para saber mais vale visitar o site do livro Collaborative Consumption que sai em alguns meses.

A Volta

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Se você pensava que nunca mais reviveria os dias de fita k-7, amigo, você estava enganado. Depois do revival dos discos de vinil e das mil e uma explicações de que a qualidade é tecnicamente comprovada, chegou a vez das fitas darem as caras.

Embora a volta ainda seja sutil, ela vem causando muita polêmica. Se poucas gravadoras se arriscam à lançar este formato, o que dizer sobre os consumidores já tão acostumados com seus iPods?

Realmente não parece existir – ainda – nenhum argumento forte o suficiente que convença o público a voltar a carregar walkmans na cintura e passar trabalho na hora de voltar ou avançar faixas.

De qualquer forma, a Subpop distribuiu fitas da banda Dum Dum Girls, e a cantora Goldfrapp lançou uma versão em k-7 do seu álbum mais recente – também existem boatos de que Beck estaria para lançar covers de Sonic Youth nesse formato.

Enquanto nada se define, fica a pergunta: será que essa “tendência” vai à diante?

Explorando o Foursquare

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Surgiu como uma simples rede social, depois de quase quatro  anos o Foursquare ganha a simpatia das companhias que estão investindo nessa rede social.

imagem1

No exterior a  Starbucks,tem uma badge chamada “Barista”. Para conquista-lá é preciso dar  check-in em 5 lojas diferentes da rede de cafeterias. O Wall Street Journal quer ajudar as pessoas a conhecerem melhor Nova York, para isso foram divididas em três badges, que incluem check-in no centro financeiro, em restaurantes e em um dos outros bairros da cidade propostos pelo Jornal. Já a marca de luxo Jimmy Choo está dando check-in em um par de seus tênis em vários pontos da cidade. Quem  encontrar primeiro o pacote antes dele seguir para o próximo ponto é premiado com um par.

Aqui no Brasil, a Perdigão que está premiando os mayors dos estabelecimentos participantes com drinks e refeições nos locais participantes. As ações aqui no Brasil ainda estão engatinhando, e ai está a oportunidade de explorar essa ferramenta que no exterior já faz sucesso entre seus adeptos e grandes companhias.

Vendo esse sucesso, o rede lançou uma ferramenta para os donos dos negócios, onde o dono ao se cadastrar pode receber as informações como: Quem é o mayor, quantidade de check-ins,  em que horário do dia as pessoas vão mais ao local, os visitantes mais recentes.

Administrando Moda

quinta-feira, 15 de abril de 2010

herchcovitch2921

Na revista Época Negócios deste mês, há uma matéria muito legal sobre o estilista Alexandre Herchcovitch e a mudança que aconteceu com a sua marca nos últimos anos.

Com o desafio de fazer a marca crescer, Herchcovitch vendeu 70% da empresa para o grupo InBrands, que tomou as rédeas administrativas e cumpriu seu dever: o estilista nunca esteve tão em alta como agora.

Além de Herchcovitch, a InBrands também administra as marcas 2nd Floor, Ellus e Isabela Capeto e os dois maiores eventos de moda do país: São Paulo Fashion Week e Fashion Rio.

Assim como a InBrands, várias outras cooperativas auxiliam estilistas em todo o mundo.

Ser famoso ou renomado no mundo da moda não é sinônimo de bussinessman.

A matéria assegura que esses conglomerados são tendência.  Mas fica a dúvida: será que isto é positivo para o mercado da moda? Será que isto não vai gerar uma concentração de mercado excessiva e inibir o empreendedorismo, a criatividade e os novos talentos?

Ou será que veremos algo parecido ao que ocorre na propaganda, com a concentração em grandes grupos e pequenas (mas muito pequenas) hotshops brigando por algum espaço?

Acho que o grande desafio para os conglomerados de moda é justamente esse. Como ser eficaz operacionalmente, rentável, atrativa para investidores e ao mesmo tempo fomentar ou incubar as pequenas iniciativas?

Ou será que não? O que você acha? O que você acha que os consumidores acham disso tudo?

Fácil, rápido e acessível

terça-feira, 30 de março de 2010

Aficionados por grifes e descontos estão tendo uma boa diversão ultimamente. Tudo por conta dos sites que oferecem marcas com descontos quase que inacreditáveis.

fashion-vault

Com descontos que chegam a 70% , as lojas virtuais estão se expandindo cada vez mais. Funcionando basicamente por uma rede de contatos convidados, essas lojas oferecem grifes a preços “acessíveis”.

Um exemplo disso é o ebay, que lançou esta semana o Fashion Vault. No site, é possível adquirir marcas como: Hugo Boss, DKNY, Cole Haan, Max Mara e Marina Rinaldi com descontos de 50%. A cada dois ou três dias novas marcas entram no site com novas promoções. No Brasil sites como Privalia e Brands Club oferecem o mesmo serviço.

Fácil, rápido e acessível talvez essa venha a ser a solução para a diminuição da pirataria.

E-lixo maps.

terça-feira, 30 de março de 2010

Não sabe aonde descartar aquela pilha velha? E aquele celular todo acabado? Bem, agora você está há um clique para descobrir (isso se você mora em São Paulo).

elixo

Uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta solucionou, de uma maneira muito simples, um problema encontrado pelos moradores que tem lixos eletrônicos estocados em suas gavetas e armários.

Basta inserir o CEP e o tipo de lixo eletrônico que vai descartar, irá aparecer os locais mais próximos de sua residência que possuem o serviço de coleta de lixo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um banco de dados dos postos de coleta de “e-lixo”.

Basta agora ter a boa vontade de se deslocar até o ponto mais próximo de coleta. Vamos esperar que esse serviço seja implementado em todas as capitais.

O Neoconsumidor

domingo, 13 de dezembro de 2009

No mês de setembro foi realizado um estudo chamado “Neoconsumidor: Decifra-me ou te Devoro”. Desenvolvido pela GS&MD em parceria com o Grupo Ebeltoft, revela as principais caracteristicas desse consumidor multicanal.

neo

Como age esse consumidor?

- Pesquisa na internet antes de ir à loja física

- Tem acesso a vários canais digitais – internet, celular e TV Interativa

- A Internet é sua principal ferramenta de busca e comparação de produtos

- Compara marcas e produtos

- Chega ao ponto-de-venda informado sobre preços e características dos produtos

- Somente 12% dos internautas acabam comprando ou realizando alguma transação on line.

E engana-se quem pensa que a classe C não possui neoconsumidores. Eles estão cada vez mais informados e certos do que querem comprar ao chegar no ponto de venda, já com as comparações de preços e outros detalhes definidos. Sempre querendo poupar tempo e dinheiro.

Tendo esse consumidor imerso em tecnologias e informações, fica para as empresas, a missão de se adequar a ele, estando disponivel nas mídias e tendo profissionais preparados para atender esse cliente que sabe o que quer e que conhece o que compra.

O futuro da classe C

domingo, 13 de dezembro de 2009

O Data Popular, braço do grupo Datafolha focado nas classes de baixa renda, divulgou, no início desta semana, quais serão as 10 tendências para a classe C. Até o momento foram realizadas 100 mil entrevistas em 180 cidades brasileiras, o que permitiu traçar o comportamento e perspectivas para o futuro desta classe.

O Data Popular ressaltou que são vários os motivos para focar-se na classe C. Atualmente, ela representa 90% da população brasileira, é responsável por 79% do consumo, atinge 69% do mercado de cartões de créditos, representa 86% dos total de internautas no Brasil e movimenta mais de 760 bilhões por ano.

E então, como será a classe C no futuro?

1. Consumo de inclusão: a classe C também quer comprar, mas o foco é diferente da classe A. Eles preferesm a qualidade e a quantidade, não o status e a exclusividade.

2. Acesso e qualidade: para a classe C, a compra é considerada um investimento. Eles pesquisam antes de comprar.

3. Capilaridade, aval e segmentação: o ponto de venda deve ser próximo, pois fazem compras a pé e, na falta de dinheiro, sempre há o mercadinho da esquina que vende fiado.

4. Redes, dicas e boca a boca: são mais colaborativos e dividem a informação com a família e os vizinhos. Todos dão dicas de descontos, bons produtos e atendimento. E uma vez conquistados, se mantêm fiéis.

5. Tecnologia, família e invstimento: o computador conquistou seu espaço na sala da família de classe C. Representa acesso ao conhecimento, entretenimento e lazer.

6. Educação e cultura: caminho para a ascenção social. Estudar funciona como um plano de previdência familiar pois melhora a qualidade de vida de todos.

7. Juventude geração C: o Brasil do futuro tem a cara dos jovens da atual classe C. E esse jovem tem voz ativa dentro da família, 68% deles estudou mais do que os pais.

8. Identidade e autoestima: valoriza a conquista e enaltece a origem. Aqui vale a pena prestar atenção na regionalidade, na comunidade e na igreja.

9. Vaidade e beleza: estar bem arrumada é uma forma de diminuir as barreiras étnicas e sociais. As mulheres gastam em média 50 reais por mês no salão e 89% das entrevistadas afirmam que os cuidados pessoais as fazem melhores.

10. Novos papéis e nova família: a relação homem e mulher ganha maiores contornos nesta faixa de renda. 30% das familias da classe C são chefiadas por mulheres. A tão desejada igualdade de direitos chegou primeiro na classe C.

Brandspaces: Wii Active

sábado, 12 de dezembro de 2009

Brandspaces (ambientes físicos onde a marca pode se mostrar sem a necessidade de vender algo) são um tipo de estratégia de marca que eu acredito muito.

EA Games, principal produtora de vídeo-game do mundo, fez bonito com seu espaço dedicado ao Wii Active – considerado o melhor sistemas de exercícios para o Nintendo Wii.

Em duas lojas, uma em Boston e outra em São Francisco, eles vendem o sistema, dão treinamento para o uso doméstico e de quebra ainda comercializam uma série de acessórios e outros produtos relacionados com o jogo. Mas também, o que eu considero mais importante, badalam o jogo em ambientes da moda e causam uma experimentação extremamente legítima.

Fora do mundo digital, os Brandspaces, são mais uma alternativa a mídia tradicional.

wii