Arquivo de junho de 2009

TXT!? L8R!? OMG!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

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Se você não faz ideia do que as siglas acima querem dizer, você bem que pode tirar proveito de um novo produto da LG.

Contextualizando um pouco a história…

Com a tecnologia cada vez mais intrínseca à vida dos jovens, os pais se viram obrigados a tentar controlar de alguma maneira o que os filhos vinham fazendo no “mundo virtual”.

Mas os filhos, é claro, não querem ser controlados. E foi aí que começou a se proliferar uma linguagem própria na internet, com siglas e códigos que poucos compreendem (os jovens, basicamente). Por exemplo:

TLK 2 U L8R = Talk to you later.

A LG, percebendo que os pais ainda querem um pouco de controle sobre esse cenário, lançou o DTXTR (dee-text-er), um aplicativo que promete traduzir até 2.000 desses códigos em bom inglês.

E a sua marca, entende os códigos que o seu consumidor usa?

Reestruturação no Varejo

sexta-feira, 26 de junho de 2009

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Na palestra da DCS “Vendendo na Crise”, um dos pontos abordados dizia que o varejo iria passar por uma reestruturação. E que essa reestruturação se daria fundamentalmente pela eliminação de alguns players.

De fato, pudemos já observar isso em níveis bem macro com casos como a Circuit City ou até a própria GM. E até aqui, onde a marolinha bateu de leve, algumas empresas não resistiram.

Agora, um setor específico do varejo está passando por uma reestruturação muito semelhante: as mega-stores de discos de CDs. O New York Times publicou uma matéria falando justamente sobre como essas grandes lojas estão desaparecendo (o último caso foi a Virgin Mega Store em NY).

Claro que isso passa por uma mudança de formato fundamental: a música migrou quase que definitivamente para o ambiente digital. Mas a crise “desligou os aparelhos” que mantinham essas lojas respirando.

O interessante é que, além de comercializar os discos e CDs, essas lojas eram o local onde se cultivava um hábito muito comum às pessoas que era conversar e aprender sobre música.

E embora alguns sites já ofereçam alternativas nesse sentido, eu ainda apostaria na manutenção desse comportamento em um ambiente não-virtual. Aqui no Brasil, as pequenas lojas de vinis estão sobrevivendo. Eu diria que, além da atmosfera cool que os vinis adquiriram hoje, esse hábito é uma das coisas que as mantém vivas.

Imagine se a sua marca representasse esse ponto de encontro para as pessoas. Será que é possível construir isso?

Estrelando… você!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Há algum tempo já venho observando um movimento interessante no YouTube: montagens com vídeo.

Tudo começou com as clássicas redublagens, passando por trailers para filmes que ainda não existem feitos com recortes de cenas de outros filmes, mashups de filmes gerando cenas completamente novas, filmes feitos a partir de cenas de jogos, e a inserção de pessoas em cenas famosas/engraçadas.

Aquele desejo das pessoas de sempre modificar ou criar conteúdo novo a partir da cultura pop só cresceu nos últimos tempos.

E agora surgiu o Yoostar, um produto que é como um karaokê para filmes e promete transformar a casa de cada pessoa em um estúdio de filmagens.

O funcionamento lembra muito um karaokê: você assiste a cena e tenta atuar segundo a fala (ou improvisando mesmo). Um fundo chroma-key e uma câmera com detector de movimentos completam o pacote e feito: tire o Richard Gere da cena e dance com a Jennifer Lopez. Veja mais sobre o Yoostar aqui.

Parece que a demanda do consumidor caminha sempre em direção à customização. Já pensou como a sua marca pode se beneficiar disso?

Direto do BETA.

Nossos conceitos e nossas marcas

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A algum tempo eu sou fã dos estudos que a British Psychological Society publica sobre cognição e comportamento (boa parte deles são ligados com consumo).

O último que me chamou a atenção foi um que pode nos ajudar a exemplificar o poder da construção de marcas.

O teste tinha o objetivo de ver a percepção de velocidade que as pessoas tinham quando determinados carros passavam pelos seus.

O teste envolveu uma BMW série 1, um carro com design e comunicação esportiva, e um VW Polo, um carro básico para os padrões europeus, ambos rodando a na mesma velocidade.

A tendência geral foi superestimar a velocidade do carro da BMW.

Continuando o teste, os psicólogos falaram que no volante do Polo estava uma garota nova e no da BMW uma senhora de 62 anos.

Mesmo assim a velocidade da BMW parecia maior.

Como as marcas, bem construídas elas são capazes de mudar as percepções, mesmo sob ambientes turbulentos e quase esquizofrênicos.

Direto do BETA.

Encolheu!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Embalagens menores estão por todos os lugares. Não foi só a crise e a necessidade dos consumidores reduzirem custo, a meu ver, o processo de encolhimento é muito mais uma questão de praticidade na vida contemporânea do que uma simples forma de economizar.

Alguns exemplos deste movimento são facilmente identificados: como é o caso da rede Extra, do grupo Pão de Açúcar, que irá lançar lojas cada vez menores, o que facilita a customização das lojas de acordo com o cliente de cada região. O Wal - Mart também, em função dos custos tenta trabalhar cada vez mais com seus fornecedores a importância da redução das embalagens. Não é somente no varejo, na indústria automobilística este processo também aparece, com carros cada vez menores: é o caso do Smart e do Mini (como o próprio nome já diz).

Acredito que além da necessidade de repensar custos, depois da avalanche da crise, a questão da sustentabilidade faz com que todo o mercado repense qualquer tipo desperdício, inclusive o de embalagens. Mas a busca por produtos cada vez menores, me parece algo maior que seria a praticidade e a facilidade de colocar a vida dentro de um smartphone ou de um pendrive bem como todos os produtos dentro de uma mochila.

Direto do BETA.