A Unilever está lançando mão do corwdsourcing para alavancar as suas marcas. O novo diretor global de marketing está colocando em ação um plano bastante ambicioso e criativo. A sua ideia é lançar um concurso cultural que crie conteúdo para as marcas da empresa. O crowdsourcing vai se dar em uma comunidade on-line de filmakers ( a Mofilm.com) que terão o desafio de criar propagandas para cada uma das 13 marcas da Unilever, desde Axe até Vaseline. O diretor do filme selecionado leva 1500 libras para casa e toda uma função de exibição do filme, estreia etc.
O que está por trás desse projeto é trazer para a empresa as ideias do consumidor e fazer com que eles se envolvam com a marca. Alguns criticam que a empresa está se aproveitando da genialidade alheia e pagando um preço bem baixo por ela. Críticas à parte, é uma ótima ideia na medida que utiliza o espaço on-line (uma mídia tão misteriosa para grandes companhias) e aproveita novos e inovadores conceitos para promover as suas marcas.
Última pesquisa feita pelo Ibope para a ABAP mostrou que os brasileiros são apaixonados por propaganda. Ok, nem todos, mas a maioria sim.
Segunda a pesquisa, 87% das pessoas gostam da publicidade e 67% consideram-na importante em suas vidas. A pesquisa ainda classificou o público entrevistado em cinco grupos: apaixonados (30%), apaixonados desconfiados (18%), racionais (19%), reguladores (19%) e rejeitadores (14%). Numa média geral, os brasileiros, embora receptivos, são mais exigentes e restritivos com as informações publicitárias que vêem todos os dias.
A publicidade já não é mais a vilã da história. Seja porque ela se modificou ao longo dos anos e deixou de ser agressiva para ser mais respeitosa e divertida, ou porque o público se acostumou com sua presença, deixando-a fazer parte do seu dia-a-dia. Quase metade do público entrevistado (42%) acredita que a vida seria chata e monótona sem publicidade.
Apesar destes dados otimistas, em casos como o Twitter, por exemplo, uma polêmica está sendo criada por conta das mensagens patrocinadas que o site está tentando implantar na rede. Até agora, os comentários de usuários foram negativos.
Se em níveis mundiais o público está respondendo assim, será que no Brasil será a mesma coisa? Até que ponto a publicidade realmente não incomoda o brasileiro?
Com certeza você já viu o vídeo do David depois do dentista, com mais de 56 milhões de visualizações, o vídeo ainda continua como um dos mais acessados diariamente (mais de 100 mil acessos diários).
Com uma oportunidade em mãos, o pai da criança (David DeVore), conseguiu transformar todo o sucesso alcançado pelo vídeo em dinheiro.Com acordos de licenciamento, produtos personalizados e uma parceria lucrativa com o Youtube, a família já conseguiu lucrar mais de 100 mil dólares em aproximadamente um ano.
Como um vídeo meramente despretensioso conseguiu gerar dinheiro? Sendo relevante. O conteúdo deve ser relevante para o público. Mesmo que o conteúdo em questão seja a reação de um menino anestesiado após uma consulta no dentista.
Na revista Época Negócios deste mês, há uma matéria muito legal sobre o estilista Alexandre Herchcovitch e a mudança que aconteceu com a sua marca nos últimos anos.
Com o desafio de fazer a marca crescer, Herchcovitch vendeu 70% da empresa para o grupo InBrands, que tomou as rédeas administrativas e cumpriu seu dever: o estilista nunca esteve tão em alta como agora.
Além de Herchcovitch, a InBrands também administra as marcas 2nd Floor, Ellus e Isabela Capeto e os dois maiores eventos de moda do país: São Paulo Fashion Week e Fashion Rio.
Assim como a InBrands, várias outras cooperativas auxiliam estilistas em todo o mundo.
Ser famoso ou renomado no mundo da moda não é sinônimo de bussinessman.
A matéria assegura que esses conglomerados são tendência. Mas fica a dúvida: será que isto é positivo para o mercado da moda? Será que isto não vai gerar uma concentração de mercado excessiva e inibir o empreendedorismo, a criatividade e os novos talentos?
Ou será que veremos algo parecido ao que ocorre na propaganda, com a concentração em grandes grupos e pequenas (mas muito pequenas) hotshops brigando por algum espaço?
Acho que o grande desafio para os conglomerados de moda é justamente esse. Como ser eficaz operacionalmente, rentável, atrativa para investidores e ao mesmo tempo fomentar ou incubar as pequenas iniciativas?
Ou será que não? O que você acha? O que você acha que os consumidores acham disso tudo?
A nona edição do Roleta está pronta. Fomos até a tradicional Feira do Peixe de Porto Alegre perguntar para as pessoas sobre uma forma de venda não tão tradicional: compras on-line.
Confira no vídeo abaixo o que as pessoas responderam quando perguntamos “Você já fez compras pela internet?”.
O Roleta é um projeto de pesquisa da área de Planejamento da DCS. A ideia é buscar pistas sobre comportamentos do consumidor através de perguntas rápidas.
O anúncio do novo produto da Apple, o iPad, deu muito o que falar. A sua chegada ao mercado e seus grandes resultados de vendas também. Na publicidade, o que vem se discutindo e experimentando muito é o valor dessa nova mídia.
Publicações como a revista GQ e o jornal USA Today têm estratégias bem diferentes na hora de cobrar das agências por anúncios em suas publicações (que possam ser acessados pelo iPad). A revista, por exemplo, cobra como se fosse um anúncio impresso enquanto que o jornal coloca o preço em um outro patamar, bem diferente do que cobraria para colocar na versão impressa.
Essas maneiras de cobrar dos clientes são apenas duas de muitas, pois existem outras tantas formas. Alguns veículos não liberam anúncios no iPad se não estiverem também presentes na versão impressa, outros cobram mais que a versão impressa já que a nova tecnologia possibilita interações. Tanta dúvida é decorrente do fato de que a tecnologia é muito nova e ainda não existem dados de como os consumidores vão lidar com o iPad, que conteúdo vão consumir, como vão consumir, etc.
É bastante interessante essa situação, pois faz pensar o verdadeiro valor das mídias e dos consumidores impactados. Vamos ver com o tempo que valor a publicidade vai dar para o iPad.
O que fazer para reverter a imagem negativa de uma marca?Diferentes formas são utilizadas por marcas que são alvos de criticas vindas de consumidoresindignados.
Nos últimos dias, a marca que resolveu encarar as críticas, e virar o jogo, é a Domino´s Pizza. A rede de Pizzas, mostrando estar do lado de seus clientes, criou uma campanha onde assume ter uma pizza horrível.
Na primeira fase da campanha, dois mini documentáriosmostraram a péssima impressão que os clientes tinham, eram criticas como:“A borda tem gosto de papelão.” “O molho parece de ketchup.“. Depois deanunciarem a melhora de seu produto, a marca,chegou a faturar mais de 1 bilhão de dólares na noite do SuperBowl, e as impressões positivas dos internautas sobre a pizzaria passaram de 2,3 para 35,3 pontos em pouco menos de um mês (o índice é obtido da subtração das referências negativas do total de informações positivas, e a pontuação máxima é 100).
Agora, a segunda parte da campanha, tenta levar a pizzaria três consumidores que odiavam a pizza e que ainda não tiveram coragem de experimentar a nova. Para isso , a marca está utilizando todas as mídias para tentar persuadir essas pessoas(que não se sabe se, de fato existem, ou são atores contratados.).
O resultado de toda essa estratégia terá seus dados oficiais ainda este mês. Mas pelo visto o que tinha tudo pra dar errado, tornou-se um novo fôlego para a empresa.
Em tempos de Big Brother, das celebridades instantâneas no Youtube, dos vídeos da Lady Gaga, fica a sugestão passar na exposição que está rolando em São Paulo do trabalho de Andy Warhol.
O artista, principal expoente da pop arte, pensou e colocou em suas obras várias questões da privacidade, do popular, da fama, das imagens muito antes dessas questões ficarem tão fortes como estão hoje.
Uma ida à exposição vale muito mais que muito estudo sobre o consumo, comportamento ou mídia.
Andy Warhol - Mr. America
Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66, Luz
De 20 de março a 23 de maio
Aficionados por grifes e descontos estão tendo uma boa diversão ultimamente. Tudo por conta dos sites que oferecem marcas com descontos quase que inacreditáveis.
Com descontos que chegama 70% , as lojas virtuais estão se expandindocada vez mais. Funcionando basicamente por uma rede de contatos convidados, essas lojas oferecem grifesa preços “acessíveis”.
Um exemplo disso é o ebay, que lançou esta semana o Fashion Vault. No site, é possível adquirir marcas como: Hugo Boss, DKNY, Cole Haan, Max Mara e Marina Rinaldi com descontos de 50%. A cada dois ou três dias novas marcas entram no site com novas promoções. No Brasil sites como Privalia e Brands Club oferecem o mesmo serviço.
Fácil, rápido e acessível talvez essa venha a ser a solução para a diminuição da pirataria.
Não sabe aonde descartar aquela pilha velha? E aquele celular todo acabado? Bem, agora você está há um clique para descobrir (isso se você mora em São Paulo).
Uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta solucionou, de uma maneira muito simples, um problema encontrado pelos moradores que tem lixos eletrônicos estocados em suas gavetas e armários.
Basta inserir o CEP e o tipo de lixo eletrônico que vai descartar, irá aparecer os locais mais próximos de sua residência que possuem o serviço de coleta de lixo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um banco de dados dos postos de coleta de “e-lixo”.
Basta agora ter a boa vontade de se deslocar até o ponto mais próximo de coleta. Vamos esperar que esse serviço seja implementado em todas as capitais.