Posts com a Tag ‘pesquisa’

I Heart Ads

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Última pesquisa feita pelo Ibope para a ABAP mostrou que os brasileiros são apaixonados por propaganda. Ok, nem todos, mas a maioria sim.

Segunda a pesquisa, 87% das pessoas gostam da publicidade e 67% consideram-na importante em suas vidas. A pesquisa ainda classificou o público entrevistado em cinco grupos: apaixonados (30%), apaixonados desconfiados (18%), racionais (19%), reguladores (19%) e rejeitadores (14%). Numa média geral, os brasileiros, embora receptivos, são mais exigentes e restritivos com as informações publicitárias que vêem todos os dias.

A publicidade já não é mais a vilã da história. Seja porque ela se modificou ao longo dos anos e deixou de ser agressiva para ser mais respeitosa e divertida, ou porque o público se acostumou com sua presença, deixando-a fazer parte do seu dia-a-dia. Quase metade do público entrevistado (42%) acredita que a vida seria chata e monótona sem publicidade.

Apesar destes dados otimistas, em casos como o Twitter, por exemplo, uma polêmica está sendo criada por conta das mensagens patrocinadas que o site está tentando implantar na rede. Até agora, os comentários de usuários foram negativos.

Se em níveis mundiais o público está respondendo assim, será que no Brasil será a mesma coisa? Até que ponto a publicidade realmente não incomoda o brasileiro?

Roleta #6 - Superpoderes

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O roleta é um projeto de verificação de comportamento e de busca de insights do consumidor através da realização de perguntas rápidas, atuais e projetivas.

Na primeira versão do ano (e a sexta edição do projeto), as perguntas foram: Se você pudesse escolher um superpoder qual seria? E o que você faria com ele?

É incrível ver como essa pergunta teve a capacidade de retratar a psique, o cenário e os interesses do portoalegrense.

Engajados no que exatamente?

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

reportrazorÉ difícil passar uma reunião, algum papo no elevador, ou uma palestra, ou o que seja, sobre comunicação, em que não se fale de engajamento. E de “ser falado”. Não necessariamente nessa ordem. Não necessariamente distinguindo um do outro.

Mas no que exatamente as pessoas estão se engajando? Na marca? Como? Dentro de um site onde a marca fica exposta? Em uma promoção? Ganhando um produto?

Uma pesquisa recente da Razorfish constatou que a principal razão pela qual os usuários de internet nos EUA decidem seguir/interagir com uma marca em redes sociais como o Facebook ou o Twitter é para conseguir descontos ou ofertas especiais (artigo completo aqui).

Eu acho que a Dell tem feito um trabalho ótimo com o @delloutlet. Mas o objetivo deles é esse mesmo. Vender. Com ofertas e descontos. Não é gerar engajamento.

Uma relação de escambo como essa não pode ser considerada engajamento. Ou eu estou completamente por fora da concepção de engajamento.

Acho que pra gerar engajamento as marcas precisam de conceitos bem mais profundos que uma oferta, um desconto ou um prêmio. E isso pode ser feito até com propaganda. Quem disse que precisa ser no Orkut a ação pra engajar alguém?

Enfim. Se as marcas seguirem essa fórmula de engajamento = sua admiração em troca de um brinde, só estarão alimentando a legião de ratos de promoção que já existe por aí.

E claro, estarão perdendo dinheiro.

Cheiro de limpeza causa bom comportamento

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

noseA universidade norte-americana Brigham Young concluiu em um estudo que os ambientes com cheiro de limpeza influenciam no bom comportamento das pessoas.

A pesquisa teve dois grupos de pessoas divididos em diferentes salas: uma sem cheiro característico e outra havia sido recentemente limpa com um limpa-vidros com aromas cítricos.

Foram realizadas diversas experiências com as pessoas e o grupo na sala que tinha o cheiro de limpeza do limpa-vidros demonstrou melhor comportamento. Percebeu-se um aumento dos índices de generosidade e senso de justiça, por exemplo.

E você? Como pode capitalizar estas experiências sensoriais para sua marca? Que sensações você gostaria ou pretende provocar em seu consumidor?

Nossos conceitos e nossas marcas

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A algum tempo eu sou fã dos estudos que a British Psychological Society publica sobre cognição e comportamento (boa parte deles são ligados com consumo).

O último que me chamou a atenção foi um que pode nos ajudar a exemplificar o poder da construção de marcas.

O teste tinha o objetivo de ver a percepção de velocidade que as pessoas tinham quando determinados carros passavam pelos seus.

O teste envolveu uma BMW série 1, um carro com design e comunicação esportiva, e um VW Polo, um carro básico para os padrões europeus, ambos rodando a na mesma velocidade.

A tendência geral foi superestimar a velocidade do carro da BMW.

Continuando o teste, os psicólogos falaram que no volante do Polo estava uma garota nova e no da BMW uma senhora de 62 anos.

Mesmo assim a velocidade da BMW parecia maior.

Como as marcas, bem construídas elas são capazes de mudar as percepções, mesmo sob ambientes turbulentos e quase esquizofrênicos.

Direto do BETA.